Os valores das tarifas foram definidos pelo Governo do Estado nos editais de licitação, com base em estudos realizados para cobrir os investimentos com as obras de restauração, duplicação, melhorias e serviços 24 horas nas rodovias, além das despesas administrativas e com financiamentos.

O pedágio é a remuneração, por meio de tarifas adequadas, dos benefícios e serviços prestados. E mais ainda: só paga quem usa as rodovias. Foi essa forma que os governos entenderam ser a mais adequada para preservar as rodovias e livrá-las de um inevitável colapso que só traria prejuízos para a toda a população.

As tarifas são diferenciadas de acordo com a categoria de veículo, em função dos desgastes físicos das rodovias e os consequentes custos. Ou seja, o critério de eixos está relacionado à distribuição de peso dos veículos e à forma de controle desses veículos nas rodovias. É um critério justo, pelo qual o custo da tarifa é cobrado proporcionalmente ao desgaste causado à rodovia. Quanto maior for o peso, maior será o desgaste e, consequentemente, o custo.

O sistema é bidirecional, porque ninguém garante que todos que vão a algum lugar voltarão pelo mesmo caminho, principalmente quando se trata de transporte de cargas. Assim, ninguém paga pelo que não usa.